10/07/2009





Mulher no Volante

01/04/2009

Manifesto

31/03/2009

Manifesto do MOVIMENTO FUNK É CULTURA

O funk é hoje uma das maiores manifestações culturais de massa do nosso país e está diretamente relacionado aos estilos de vida e experiências da juventude de periferias e favelas. Para esta, além de diversão, o funk é também perspectiva de vida, pois assegura empregos direta e indiretamente, assim como o sonho de se ter um trabalho significativo e prazeiroso. Além disso, o funk promove algo raro em nossa sociedade atualmente que é a aproximação entre classes sociais diferentes, entre asfalto e favela, estabelecendo vínculos culturais muito importantes, sobretudo em tempos de criminalização da pobreza.
No entanto, apesar da indústria do funk movimentar grandes cifras e atingir milhões de pessoas, seus artistas e trabalhadores passam por uma série de dificuldades para reivindicarem seus direitos, são superexplorados, submetidos a contratos abusivos e, muitas vezes, roubados. O mais grave é que, sob o comando monopolizado de poucos empresários, a indústria funkeira tem uma dinâmica que suprime a diversidade das composições, estabelecendo uma espécie de censura no que diz respeito aos temas das músicas. Assim, no lugar da crítica social, a mesmice da chamada “putaria”, letras que têm como temática quase exclusiva a pornografia. Essa espécie de censura velada também vem de fora do movimento, com leis que criminalizam os bailes e impedimentos de realização de shows por ordens judiciais ou por vontade dos donos das casas de espetáculos.
A despeito disso, MCs e Djs continuam a compor a poesia da favela. Uma produção ampla e diversificada que hoje, por não ter espaço na grande mídia e nem nos bailes, vê seu potencial como meio de comunicação popular muito reduzido.
Para transformar essa realidade, é necessário que os profissionais do funk organizem uma associação que lute por seus direitos e também construa alternativas para a produção e difusão das músicas, contribuindo para sua profissionalização. Bailes comunitários em espaços diversos e mesmo nas ruas, redes de rádios e TVs comunitárias com programas voltados para o funk, produção e distribuição alternativa de CDs e DVDs dos artistas, concursos de rap são algumas das iniciativas que os profissionais do funk, fortalecidos e unidos, podem realizar. Com isso, será possível ampliar a diversidade da produção musical funkeira, fornecer alternativas para quem quiser entrar no mercado, além de assessoria jurídica e de imprensa, importantes para proteger os direitos e a imagem dos funkeiros.
O primeiro passo nesse processo é a união de todos, funkeiros e apoiadores, pela aprovação de uma lei federal que defina o funk como movimento cultural e musical de caráter popular. Reivindicar politicamente o funk como cultura nos fortalecerá enquanto coletivo para combatermos a estigmatização que sofremos e o poder arbitrário que, pela força do dinheiro ou da lei, busca silenciar a nossa voz. MC. ManoTeko

A Volta do Bonde Neurose

28/03/2009

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Em breve nas ruas: CD A Volta do Bonde Neurose!!!

Você não vai perder essa não é?

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Carnaval

22/03/2009



Projetos propõem ...

Projetos propõem funk como expressão cultural popular


Dois projetos de lei, em tramitação na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, tratam da preservação do funk como uma manifestação cultural popular. Ambos os textos propõem que o poder público deverá garantir a proteção do movimento, assegurando a livre realização das festas e dos bailes, e também preveem punição para a discriminação ou preconceito.
Se forem aprovados, vão tornar nulos os termos de uma lei estadual, sancionada em maio do ano passado, que estabelece que bailes funks dependem de autorização prévia da Secretaria de Estado de Segurança. O assunto foi tema de reportagem no jornal britânico The Guardian, recentemente.
"Nossos projetos não revogam a lei do silêncio, a criminalização da apologia da violência nem autoriza a banalização sexista. A nossa intenção é preservar uma expressão cultural. Só a existência dos projetos está sendo válida para que a discriminação contra os pobres não se estenda à discriminação cultural", afirmou o deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ), autor do projeto da Câmara. No Rio, a proposta partiu dos deputados Marcelo Freixo (PSOL) e Wagner Montes (PDT). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

História do Bonde Neurose

Esta pequena caminhada começou com dois meninos vindo da periferia do Rio de Janeiro,
Marcelo Vidal e André de (Iraja), começaram a conquista publico nos bailes dançando uma dança neurótica e muito louca, conseguiram chamar a atenção dos donos de equipes como DJ Malboro, que ficou admirado com a desenvoltura deles , e escolheram o primeiro Bonde a entra na Gravadora Link Record (Big Mix ) então teria que escolhe mas meninos para entra no grupo,logo depois foram entrando os outros integrantes do bonde (Max ,Leandro, Kadu) mas não para por aí. E foi uma grande escolha e uma combinação perfeita ,todos tem uma qualidade para chamar a atenção do publico carioca
Foram Convidados, para fazer programas de Televisão e Radio do Rio de Janeiro e Grande São Paulo.
Com esta musica (100%Neurose fizeram mais de 1.000 bailes pelo Rio de Janeiro e São Paulo, e não para , logo depois veio a Moleque Bolado que explodiu entre outros sucessos.

Caldeirão...

07/03/2009



Só as novas....rsrs

Fotos